<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><?xml-stylesheet type='text/xsl' href='http://projetokarate.spaces.live.com/mmm2008-05-17_13.22/rsspretty.aspx?rssquery=en-US;http%3a%2f%2fprojetokarate.spaces.live.com%2fcategory%2fA%2bHist%c3%b3ria%2bdo%2bKarate-do__x1%2ffeed.rss' version='1.0'?><rss version="2.0" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:msn="http://schemas.microsoft.com/msn/spaces/2005/rss" xmlns:live="http://schemas.microsoft.com/live/spaces/2006/rss" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/" xmlns:cf="http://www.microsoft.com/schemas/rss/core/2005" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"><channel><title>"Prokae"- "Projeto Karatê Estudantil" e "Proek" - "Projeto Karatê Elza Regina Ferreira Bevilacqua": A História do Karate-do.</title><description /><link>http://projetokarate.spaces.live.com/?_c11_BlogPart_BlogPart=blogview&amp;_c=BlogPart&amp;partqs=catA%2bHist%25C3%25B3ria%2bdo%2bKarate-do__x1</link><language>en-US</language><pubDate>Thu, 03 Jul 2008 00:42:22 GMT</pubDate><lastBuildDate>Thu, 03 Jul 2008 00:42:22 GMT</lastBuildDate><generator>Microsoft Spaces v1.1</generator><docs>http://www.rssboard.org/rss-specification</docs><ttl>60</ttl><cf:parentRSS>http://projetokarate.spaces.live.com/blog/feed.rss</cf:parentRSS><live:type>blogcategory</live:type><live:identity><live:id>6410170472602493661</live:id><live:alias>projetokarate</live:alias></live:identity><cf:listinfo><cf:group ns="http://schemas.microsoft.com/live/spaces/2006/rss" element="typelabel" label="Type" /><cf:group ns="http://schemas.microsoft.com/live/spaces/2006/rss" element="tag" label="Tag" /><cf:group element="category" label="Category" /><cf:sort element="pubDate" label="Date" data-type="date" default="true" /><cf:sort element="title" label="Title" data-type="string" /><cf:sort ns="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" element="comments" label="Comments" data-type="number" /></cf:listinfo><item><title>A História do Karate-do.</title><link>http://projetokarate.spaces.live.com/Blog/cns!58F58015112B62DD!3176.entry</link><description>&lt;h1 align=center&gt;&lt;font style="background-color:#ff0000" color="#ffff00" size=3&gt;
&lt;div align=center&gt;&lt;a href="http://www.amazingcounters.com/"&gt;&lt;img alt="Download Web Counter" src="http://c6.amazingcounters.com/counter.php?i=1274138&amp;amp;c=3822727" border=0&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;small&gt;&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=center&gt;&lt;/div&gt;&lt;/font&gt;&lt;font style="background-color:#000000" color="#ffff00" size=3&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/font&gt;  
&lt;div align=center&gt;&lt;font style="background-color:#000000" color="#ffff00" size=3&gt;&lt;u&gt;A História do Karate-do&lt;/u&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;p align=justify&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;/font&gt; 
&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://byfiles.storage.live.com/y1pYztBFYgTNQVL98Xqoyz3b38hGzoscz4GZE3oAe5svXTZbFgrx2mbWkOPIw-9ulVIEZHEtR3bQP0" target="_blank"&gt;&lt;img height=250 alt=Okinawa src="http://byfiles.storage.live.com/y1pYztBFYgTNQVL98Xqoyz3b38hGzoscz4GZE3oAe5svXTZbFgrx2mbWkOPIw-9ulVIEZHEtR3bQP0" width=180&gt;&lt;/a&gt;
&lt;p align=justify&gt;&lt;font color="#000000"&gt;A ilha de Okinawa é a maior ilha pertencente ao arquipélago Ryu-Kyu, ao sul do Japão, estado situada estrategicamente em várias rotas comerciais o que a tornou cobiçada pelos vizinhos. O povo da ilha, com dialeto e costumes diferentes dos do povo japonês tinha um governo próprio, que pagava tributo ao governo que o protegesse dos demais, e foi assim que por muito tempo esteve sob &lt;/font&gt;
&lt;p align=justify&gt;&lt;font color="#000000"&gt;proteção da China que manteve uma delegação permanente ali, formada de nobres, artesãos e militares.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;
&lt;p align=justify&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Como todo comerciante eles tinham que estar sempre atentos para proteger seu patrimônio e surgiu daí o interesse do povo da ilha pelas artes de guerra. Na época, a influência chinesa sobre a cultura japonesa era muito acentuada e a ilha não fugiu desta regra não só pelas informações que recebia do continente através das delegações que para lá iam absorver cultura, mas também, e principalmente das delegações chinesas que representavam o poder do Imperador no seu protetorado.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;
&lt;p align=justify&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Estas delegações traziam na sua bagagem os sistemas de combate a mão armada e desarmada que compõe o que vulgarmente os ocidentais chamam de &amp;quot;kung-fu&amp;quot;, estes sistemas certamente foram observados pelos nativos da ilha que também possuiam sistemas de treinamento semelhantes e o quanto de influência cada um forneceu na composição do que se chamou To-de, ficará por se definir.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;
&lt;p align=justify&gt;&lt;font color="#000000"&gt;O certo é que os Okinawanos eram muito desconfiados e avessos ao registro escrito de seu conhecimento (o que não era o caso dos Chineses) e fundamentaram todo o seu ensinamento na tradição oral, criando formas, combinações de golpes e movimentos predeterminados que deveriam ser dominados: os kata. &lt;br&gt;&lt;/font&gt;
&lt;p align=justify&gt;&lt;font color="#000000"&gt;O ensino deste To-de era fundamentado na prática e treinamento das aplicações (chamadas bunkai) destas formas (chamadas Kata) e os praticantes da arte, poucos e selecionados, tinham que se submeter aos critérios rigorosos dos Mestres da arte, que buscavam repetir o que aprenderam de seus mestres por sua vez: encontrar alguém que desse seqüência, como eles mesmos faziam, à propagação da arte.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;
&lt;p align=justify&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Mas a proteção da China foi substituída pela mão de ferro do Japão quando o clã dos Satsuma invadiu a ilha e a tornou possessão japonesa, fazendo a prática de artes marciais mais intensa que nunca.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;
&lt;p align=justify&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Os nativos da ilha resistiram quanto puderam à dominação cultural japonesa buscando manter a todo custo seus costumes e tradições, entrando em conflito mesmo, mas lentamente a ilha deixava de ser o reino de Okinawa e passava a ser parte da nação japonesa. Neste contexto estava se formando na arte um dos maiores Mestres da arte okinawana de luta: vivendo a incorporação cultural da ilha pelo Japão, ciente dos métodos modernos de ensino por ser ele mesmo um professor.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;
&lt;p align=justify&gt;&lt;font color="#000000"&gt;A arte de defesa, já passara de secreta a conhecida e inclusive eera praticada nas escolas secundárias da ilha fazendo diferença na formação dos alunos, o que fez inclusive surgir uma investigação que resultou na inclusão do karate numa apresentação em Tókio sobre disciplinas ginásticas. Desnecessário dizer que o representante da arte impressionou sobremaneira o povo japonês, e ele acabou assumindo a responsabilidade de fazer a arte florescer ali na capital do Império.(O propósito do Mestre era fazer a demonstração e retornar, mas O Mestre Jigoro Kano o convidou a ficar e ensinar para alguns amigos e o desenvolvimento da aceitação do convite o impediu de voltar a Okinawa).&lt;br&gt;&lt;/font&gt;
&lt;p align=justify&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Passou este Mestre grandes dificuldades, só superadas porque realmente acreditava que o que estava fazendo era o melhor a ser feito. Trabalhou com a elite japonesa nas escolas universitárias e foram abertos tantos locais de treinamento que logo teve dificuldade em dar conta de atender a tantas requisições, mesmo contanto com a ajuda de seus filhos e muitos alunos mais velhos. &lt;br&gt;Certamente outros Mestres da arte vieram da ilha para fazer o mesmo que o precursor fizera, mas Guichin Funakoshi conhecia a mentalidade japonesa e soube apresentar o karate de modo a ser assimilado pelo povo japonês.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;
&lt;p align=justify&gt;&lt;font color="#000000"&gt;O que ele apresentava era já o resultado da fusão de dois sistemas de treinamento que teve a honra de aprender dos maiores expoentes da arte em seu tempo (Asato e Itosu) e muito do que ensinava estava acrescido já da sua experiência e visão, inclusive ele teve que mudar a designação chinesa de todos os kata de modo a evitar a rejeição deles...&lt;br&gt;&lt;/font&gt;
&lt;p align=justify&gt;&lt;font color="#000000"&gt;O karate logo era muito praticado, conhecido e respeitado como sistema de fortalecimento do ser e caminho de evolução espiritual (com a ressalva que os orientais de um modo geral não dissociam corpo e espírito, ou seja: evolução do ser é evolução integral) e começou a surgir uma inquietação em algumas escolas pressionando o Mestre para que se treinasse o combate (kumite) competitivamente, ao que o Mestre resistia.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;
&lt;p align=justify&gt;&lt;font color="#000000"&gt;A Segunda guerra mundial fez esta discussão ficar sem uma solução clara porque dizimou legiões de grandes karatekas e abalou profundamente a estrutura do karate bem como toda a nação japonesa. Mas como o Japão, o karate possuia bases fortes, e tão logo a proibição da prática de artes marciais foi suspensa, o próprio Mestre Funakoshi reiniciou o ensino do karate logo secundado por seus alunos e substituído por eles na organização administrativa da arte. Ele plantara sementes no coração de jovens estudantes e estava colhendo frutos em ações determinadas de profissionais bem sucedidos.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;
&lt;p align=justify&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Um destes Mestres se chamava Massatoshi Nakayama e fez o karate chegar ao mundo todo enviando instrutores qualificados a todos os recantos do globo e resolvendo o dilema não resolvido pela guerra, adotando o karate competitivo moldado embora dentro dos padrões japoneses. Como os instrutores do mundo todo eram japoneses, o karate que se praticava então era também japonês.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;
&lt;p align=justify&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Num segundo momento, porém, as gerações de atletas amadureciam no domínio da arte e o desenvolvimento de uma personalidade própria, de um sistema próprio foi o próximo passo, surgindo os primeiros questionadores se o como se praticava o karate estava adequado. Neste clima surgiam organizações mundiais voltados para a propagação do karate esporte (leia-se: um karate com regras não japonesas, um karate mais ocidentalizado) que levantaram suas bandeiras e fizeram seus adeptos. A reação em sentido contrário veio rápido, aglutinando quem entendia que a tradição não poderia ser quebrada: a prática do karate deveria ser tradicional.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;
&lt;p align=justify&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Estes 2 pólos disputam a simpatia dos praticantes e administradores do karate no mundo hoje e cada praticante vai refletir no alcance de sua visão o que seria o melhor, embora seja bom saber que o propósito primeiro do karate-do seja &amp;quot;Esforçar-se pela formação do caráter&amp;quot; e no cumprimento deste propósito básico as competições tem um papel muito pequenininho.&lt;/font&gt;&lt;img src="http://c.services.spaces.live.com/CollectionWebService/c.gif?cid=6410170472602493661&amp;page=RSS%3a+A+Hist%c3%b3ria+do+Karate-do.&amp;referrer=" width="1px" height="1px" border="0" alt=""&gt;&lt;img style="position:absolute" alt="" width="0px" height="0px" src="http://c.live.com/c.gif?NC=31263&amp;amp;NA=1149&amp;amp;PI=73329&amp;amp;RF=&amp;amp;DI=3919&amp;amp;PS=85545&amp;amp;TP=projetokarate.spaces.live.com&amp;amp;GT1=projetokarate"&gt;</description><comments>http://projetokarate.spaces.live.com/Blog/cns!58F58015112B62DD!3176.entry#comment</comments><guid isPermaLink="true">http://projetokarate.spaces.live.com/Blog/cns!58F58015112B62DD!3176.entry</guid><pubDate>Mon, 31 Mar 2008 16:33:14 GMT</pubDate><slash:comments>0</slash:comments><msn:type>blogentry</msn:type><live:type>blogentry</live:type><live:typelabel>Blog entry</live:typelabel><wfw:commentRss>http://projetokarate.spaces.live.com/blog/cns!58F58015112B62DD!3176/comments/feed.rss</wfw:commentRss><wfw:comment>http://projetokarate.spaces.live.com/Blog/cns!58F58015112B62DD!3176.entry#comment</wfw:comment><dcterms:modified>2008-06-21T20:43:25Z</dcterms:modified></item></channel></rss>